Serviço de Psicologia e Orientação Profissional
Já se encontra em funcionamento o gabinete de Psicologia da nossa escola, com a psicóloga Ana Cristina Nunes. Este gabinete está ao serviço dos alunos que, individualmente ou sob recomendação do diretor de turma, a ele podem recorrer em horário a combinar.
Horário 2016/2017
| Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta |
| 9:30 – 13:30 | 9:30 – 13:30 | 9:30 – 13:30 | 9:00 – 13 h | 9:00 – 13 h |
| Almoço | Almoço | Almoço | Almoço | |
| 14:30 – 18:30 | 14:30 – 18:30 | 14.30 – 17.30 | 14:30– 18.30 |
Atualmente, o Bullying é reconhecido como problema crónico nas escolas e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores. As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vítima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo) e a exclusão. Entre os rapazes,as agressões mais comuns são as físicas. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo às suas vítimas. Já as raparigas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem e espalharem segredos para causar mal estar.
SINAIS DE ALERTA NA VÍTIMA
A NÍVEL ESCOLAR
- Mudança na assiduidade e/ou pontualidade.
- Perda de interesse nas actividades escolares.
- Insucesso académico.
- Problemas de concentração e atenção
- São os últimos a irem para intervalo e os primeiros a regressarem.
- Não participam nos eventos organizados pela escola ou desistem dos que mais gosta sem motivo aparente.
A NÍVEL SOCIAL
- Solitária ou frequentemente isolada.
- Última a ser escolhido nas actividades de grupo.
- Frequentemente alvo de troça, gozo, sem tentativa de defesa.
- Prefere companhia de um adulto nos intervalos ou tempos livres (professor, funcionário, etc.)
- Provoca, agride, irrita, tece comentários desapropriados, adopta postura de “bully” perante os seus companheiros.
A NÍVEL FÍSICO
- Utiliza “linguagem corporal de vítima” – ombros descaídos, recusa olhar nos olhos dos outros directamente, evita estar próximo dos outros colegas.
- Frequentemente “doente”.
- Queixas de dores de cabeça, de barriga, mal-disposto, perda súbita de apetite, apetite voraz, etc.
- Apresenta diferença física que o destaca dos outros – óculos grossos, obeso, com aparência “esquisita”, anda de forma “esquisita”, etc.
- Fisicamente mais fraca do que os seus colegas
O QUE PODEMOS FAZER?
- Oferecer confiança.
- Ouvir o colega e oferecer ajuda.
- Passar mais tempo junto do colega vítima de bullying.
- Incentivar o colega a contar tudo o que se está a passar (quando, o quê, quem fez e quem viu).
- Denunciar a situação ao Diretor de Turma.
- Ajudar a aumentar e reforçar o seu círculo de amigos.
- Ajudá-lo a desinibir-se e a gostar mais dele próprio.
- Tentar fazer com que o agressor pare.
- Minimizar e relativizar as diferenças entre a vítima e o agressor.
- Tentar fazer com que o grupo do agressor pare, de modo a deixar o agressor agir sozinho.
- Pedir ajuda


