Jornal da Escola Secundária José Régio – Vila do Conde
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DIA MUNDIAL DO COMBATE AO BULLYING | 20 OUTUBRO

Serviço de Psicologia e Orientação Profissional

Já se encontra em funcionamento o gabinete de Psicologia da nossa escola, com a psicóloga Ana Cristina Nunes. Este gabinete está ao serviço dos alunos que, individualmente ou sob recomendação do diretor de turma, a ele podem recorrer em horário a combinar.

 Horário 2016/2017

Segunda Terça Quarta Quinta Sexta
9:30 – 13:30 9:30 – 13:30 9:30 – 13:30 9:00 – 13 h 9:00 – 13 h
Almoço Almoço Almoço Almoço
14:30 – 18:30 14:30 – 18:30 14.30 – 17.30 14:30– 18.30

Atualmente, o Bullying é reconhecido como problema crónico nas escolas e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agressores. As formas de agressão entre alunos são as mais diversas, como empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vítima a situações vexatórias, inventar apelidos que ferem a dignidade, captar e difundir imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo) e a exclusão. Entre os rapazes,as agressões mais comuns são as físicas. Ainda que não efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo às suas vítimas. Já as raparigas agressoras costumam espalhar rumores mentirosos, ou ameaçarem e espalharem segredos para causar mal estar.

 SINAIS DE ALERTA NA VÍTIMA

A NÍVEL ESCOLAR

  • Mudança na assiduidade e/ou pontualidade.
  • Perda de interesse nas actividades escolares.
  • Insucesso académico.
  • Problemas de concentração e atenção
  • São os últimos a irem para intervalo e os primeiros a regressarem.
  • Não participam nos eventos organizados pela escola ou desistem dos que mais gosta sem motivo aparente.

A NÍVEL SOCIAL

  • Solitária ou frequentemente isolada.
  • Última a ser escolhido nas actividades de grupo.
  • Frequentemente alvo de troça, gozo, sem tentativa de defesa.
  • Prefere companhia de um adulto nos intervalos ou tempos livres (professor, funcionário, etc.)
  • Provoca, agride, irrita, tece comentários desapropriados, adopta postura de “bully” perante os seus companheiros.

A NÍVEL FÍSICO

  • Utiliza “linguagem corporal de vítima” – ombros descaídos, recusa olhar nos olhos dos outros directamente, evita estar próximo dos outros colegas.
  • Frequentemente “doente”.
  • Queixas de dores de cabeça, de barriga, mal-disposto, perda súbita de apetite, apetite voraz, etc.
  • Apresenta diferença física que o destaca dos outros – óculos grossos, obeso, com aparência “esquisita”, anda de forma “esquisita”, etc.
  • Fisicamente mais fraca do que os seus colegas

O QUE PODEMOS FAZER?

  • Oferecer confiança.
  • Ouvir o colega e oferecer ajuda.
  • Passar mais tempo junto do colega vítima de bullying.
  • Incentivar o colega a contar tudo o que se está a passar (quando, o quê, quem fez e quem viu).
  • Denunciar a situação ao Diretor de Turma.
  • Ajudar a aumentar e reforçar o seu círculo de amigos.
  • Ajudá-lo a desinibir-se e a gostar mais dele próprio.
  • Tentar fazer com que o agressor pare.
  • Minimizar e relativizar as diferenças entre a vítima e o agressor.
  • Tentar fazer com que o grupo do agressor pare, de modo a deixar o agressor agir sozinho.
  • Pedir ajuda

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