Jornal da Escola Secundária José Régio – Vila do Conde
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Encenação do Sermão do Padre António Vieira

Marcelo Lafontana, responsável pela companhia de teatro Formas Animadas, sediada em Vila do Conde, apresentou aos alunos do 11º ano da nossa escola a encenação do Sermão de St. António aos Peixes.

Trata-se de uma apresentação cénica do referido sermão, preparada pelo ator, designada por Payassu – O Verbo do Pai Grande, por ser esta a forma como os índios do Brasil se referiam ao grande pregador do séc. XVII, Padre António Vieira.

O Sermão de St. António aos Peixes é  um texto de análise obrigatória na disciplina de Português do 11º ano e a possibilidade de os alunos assistirem à representação deste magnífico texto constitui uma mais-valia no processo de análise do mesmo.

Marcelo Lafontana apresenta-se “transfigurado” na figura do Padre António Vieira, com as suas vestes negras de jesuíta e, através da sua colocação numas andas, apresenta-se  num plano superior para mostrar o ascendente que o pregador tinha sobre os ouvintes, naquele tempo.

O referido sermão é um texto de grande atualidade, embora proferido em 1654, em S. Luís do Maranhão, no Brasil. Era dirigido aos colonos brancos, criticando os seus vícios e desmandos na forma como tratavam os índios, escravizando-os e tratando-os de forma cruel . Para além disso é também uma crítica severa a toda a sociedade apontando as virtudes e os defeitos dos peixes, comparando-os com os defeitos dos homens. Como o sermão foi proferido no dia de St. António, este santo é usado, ao longo do sermão, como o exemplo máximo da virtude e das qualidades de um bom pregador. A lenda de que terá pregado aos peixes  por os homens não o quererem ouvir, serve de mote para o sermão, que também vai ser dirigido aos peixes,embora os homens sejam os principais alvo das críticas.

A escola em números

Uma escola não se pode reduzir a números, mas conhecê-los é importante e permite ter uma ideia da complexidade do seu funcionamento. Por  isso, aqui deixamos uma “radiografia numérica” do ano letivo 2012/2013.

O nº total de alunos é 1270*, distribuídos da seguinte forma:

Ensino Básico – 3º ciclo – 255 alunos

7º ano – 3 turmas

8º ano – 2 turmas

9º ano – 5 turmas

2 turmas de CEf – 49 alunos

 

Ensino Secundário Regular743 alunos

10º ano – 13 turmas

11º ano -10 turmas

12º ano – 8 turmas

 

Ensino Secundário Profissional223 alunos

10º ano – 3 turmas

11º ano – 4 turmas

12º ano – 4 turmas

 

Professores – 128

Técnicos auxiliares – 47

*Números relativos ao início de Outubro

Cerimónia do hastear da BANDEIRA VERDE

No dia 17 de Outubro de 2012, decorreu a cerimónia oficial do hastear da Bandeira Verde, atribuída pela Associação Bandeira Azul da Europa, em reconhecimento do trabalho efetuado pela escola  no âmbito da educação ambiental . Assim, a escola José Régio passa a fazer parte de um conjunto de escolas  de 56 países que passaram a merecer este galardão devido ao conjunto de trabalhos  desenvolvidos  em 2011/2012. Contudo, a responsabilidade é agora acrescida porque, para manter esta classificação, é necessário  continuar a trabalhar e contribuir de forma ativa e concreta na preservação do meio ambiente, quer ao nível da escola, quer ao nível da comunidade. Formar cidadãos responsáveis e intervenientes  no desenvolvimento sustentável  deverá  continuar a ser um dos  grandes objetivos  da escola.

BANDEIRA VERDE

o Ecoclube da nossa escola que, no ano passado, promoveu a candidatura ao projeto  Bandeira Verde, já recebeu o respetivo diploma.

Parabéns aos promotores do projeto e a todos os que nele trabalharam.

Novo ano, novos desafios

Um novo ano letivo é sempre uma evolução na continuidade. Este ano, com algumas alterações legais e estruturais ao nível do funcionamento das atividades letivas, mantemos  o espírito presente no lema da nossa escola: Uma escola PRESENTE a pensar no FUTURO!

Assim, o JR saúda toda a comunidade escolar  e convida à participação de todos, neste órgão de comunicação da escola. Pode enviar os seus textos (notícias, opiniões,trabalhos…)  para o endereço jr@club.esc-joseregio.pt.

A equipa do jornal exercerá o seu direito de seleção e publicará o que estiver de acordo com os objetivos deste jornal.

  • Promover o gosto pela escrita e pela leitura
  • Desenvolver o espírito crítico, de iniciativa e de cooperação
  • Contribuir para  a formação integral  e espírito de cidadania dos alunos
  • Divulgar todo o tipo de atividades institucionais, culturais, desportivas e recreativas da escola
  • Proporcionar a partilha de experiências, numa perspetiva interdisciplinar
  • Estabelecer relações entre a escola, o meio envolvente e o mundo

Vamos Cantar as Janeiras!

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

 

Zeca Afonso

Inauguração da Escola

05-Outubro-2010

Discurso do Director

Exmo. Sr. Secretário de Estado da Educação, Dr. João da Mata
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, Eng. Mário Almeida
Exmo. Sr. Representante da Parque Escolar, Eng. André Lameiras
Exma. Sra. Coordenadora da Equipa de Apoio às Escolas Leça e Baixo Ave, Dra. Maria Manuel
Exma. Sra. Vereadora pela Educação e Vice-presidente da Câmara Municipal de vila do Conde, Dra. Elisa Ferraz
Exma. Sra. Presidente do Conselho Geral, Dra. Rosário Gonçalves
Exmos. Srs. professores, funcionários, alunos e encarregados de educação
Exmos. Srs. Convidados

Permitam-me começar este breve discurso de inauguração por salientar o quão importante é esta coincidência entre o «virar da página» na história da Escola Secundária José Régio e aquele que hoje comemoramos: o do centenário da implantação da República. É com um imenso orgulho que a inauguração das novas instalações desta escola ficará para os anais da nossa história, sempre associada, ainda que simbolicamente, a um momento tão marcante da história do nosso país.

Hoje, 100 anos depois, estamos a comemorar «o momento que assinalou historicamente a implantação da República e que deu voz oficial à revolução desencadeada no dia 3 de Outubro de 1910.»

Hoje, 100 anos depois, é com um misto de orgulho, felicidade e emoção, que a escola Secundária José Régio, envolvida numa das iniciativas associadas àquelas comemorações, pode simbolicamente inaugurar a sua nova face, os seus novos espaços, consequência de uma revolução iniciada há quase dois anos.

Permitam-me salientar as dificuldades e os inúmeros esforços que, durante vários meses, fizeram questão de acompanhar os diferentes actores deste grande palco que é esta escola para a vida, a nossa José Régio.

Lembro os momentos difíceis, vividos quando um qualquer silêncio era caprichosamente povoado pelos sons estridentes de uma qualquer máquina, algures entre um desfilar de umas quantas frases sabiamente incorporadas numa bela estória ou de uma complexa fórmula vinda, porventura, de universos fantásticos.

Foram, sem dúvida, momentos que, dias a fio, puseram à prova a paciência de todos quantos povoaram e povoam este universo! Foram, por outro lado, desafios que, paulatinamente, foram ultrapassados, numa união de esforços de todos para um único interesse comum: o futuro de uma escola presente!

Permitam-me pois que saliente a paciência, entrega e total colaboração de todos quantos, ao longo destes anos de «revolução», contribuíram, em ambientes muitas vezes pouco propícios, para que a «José Régio continuasse a construir o seu ideal :ser um parceiro cada vez mais activo no desenvolvimento e certificação das competências de toda a população deste concelho. Neste momento importante da história da nossa escola, gostava pois de manifestar um profundo agradecimento a todos os membros deta comunidade: alunos, pais e encarregados de educação, funcionários, professores!

A todos eles um sentido «muito obrigado» por terem acreditado que se estava, cada dia, a edificar uma José régio com espaços mais dignos, uma escola mais preparada para ultrapassar os desafios que já espreitam e aqueles que hão-de ditar o futuro!

Sem minimizar o papel de cada um dos membros desta comunidade, gostava de, aqui, publicamente, homenagear o total empenho, colaboração e dedicação com que os nossos assistentes operacionais, em outros tempos designados por funcionários, sempre ofereceram, muitas das vezes prejudicando o seu próprio espaço, o da família. É impossível esquecer as noites, os fins-de-semana oferecidos por muitos dos nossos funcionários, sem que existisse qualquer contrapartida, para que no dia seguinte a escola secundária José Régio continuasse, de uma forma natural, sem percalços, a perseguir o seu objectivo. Gostava pois de, publicamente, num momento tão importante como este, agradecer a vossa total entrega. Muito obrigado! É um privilégio trabalhar convosco! É um privilégio que esta escola possa contar convosco na edificação da sua história!

Gostava também de endereçar um agradecimento muito especial ao professor Pedro Martins, responsável pelo trabalho fotográfico elaborado ao longo desta transformação, cujo material se encontra neste momento em exibição neste polivalente e na escultura multimédia que existe no hall de entrada, funcionando assim como uma espécie de exposição. Um agradecimento também aos professores( Francisco Furtado, Joaquim Sousa, e Mário Micaelo) e alunos que contribuíram para que fosse possível testemunhar esses momentos…

Sem me alongar muito mais, será de elementar justiça que aqui manifeste a excelente relação que, desde os primeiros tempos desta aventura, sempre existiu entre a escola e os elementos da empresa Parque escolar, nomeadamente o seu Presidente , Eng. Sintra Nunes. Gostava de testemunhar o sentido de diálogo, abertura, colaboração com que a Parque Escolar sempre norteou as relações com esta escola. Esta condições fora, sem dúvida, absolutamente essenciais para que fossem ultrapassadas algumas dificuldades e inclusivamente algumas situações menos felizes relacionadas com o projecto propriamente dito. Um obrigado muito especial aos Engenheiros Luís Martins, André Lameiras e Nelson Sousa.

Estou convicto que, este momento de inauguração não apagará essa excelente relação e que esta escola poderá continuar a contar com a vossa colaboração.

Agradeço também a total colaboração da autarquia, facto que desde o primeiro minuto esteve evidente, tal como sempre aconteceu em outras situações! À Câmara Municipal de Vila do Conde, na pessoa do seu Presidente, Engenheiro Mário almeida, gostava de em nome de toda a comunidade educativa agradecer o seu sempre ,total empenho pelos assuntos da educação!

A escola secundária José Régio, como instituição fundamental na educação deste concelho, pode garantir, que irá continuar empenhada em contribuir, como já antes tive ocasião de o dizer, na certificação e desenvolvimento das competências desta população!

Para terminar, gostava de salientar, em nome da direcção e da comunidade educativa, a importância de que se reveste uma iniciativa como esta, preocupada em modernizar as escolas secundárias, tornando-as em espaços agradáveis, dignos e capazes de atrair cada vez mais alunos, mais adultos para o projecto que é a aprendizagem ao longo de toda a vida. Em boa hora, o ME pôde abraçar este grande projecto: Um muito obrigado.

Posso garantir que esta escola continuará sempre a ser uma escola presente e a pensar no futuro, sendo decididamente, uma porta para muitas outras portas!

Muito obrigado a todos!

 

Um olhar presente numa escola do futuro…

Foi já há quase dois anos que a nossa escola começou a transformar-se, num processo de requalificação de todo o seu edifício, no âmbito do programa de modernização das escolas secundárias. Com efeito, foi num dia chuvoso de um Junho envergonhado que a então direcção da escola tomaria conhecimento de que a nossa José Régio faria parte do lote das primeiras vinte e seis escolas que seriam intervencionadas ao abrigo do referido programa. Foram dois anos que exigiram um enorme esforço de todos os actores deste universo. Foram anos em que as palavras proferidas num qualquer espaço e os sons de uns movimentos quase cíclicos se perderiam no roncar de uma qualquer maquineta sumptuosamente prostrada, algures entre umas paredes quase despidas, quase cheias de um tom a fazer inveja a um senhor que, lá do alto, parecia indiferente às tramóias dos seres que teimam alterar a face da sua própria Casa. Foram momentos em que o simples bailado de uns talheres, num espaço ora cansado das amarguras dos tempos, ora farto de conviver com qualquer uma outra função, era desesperadamente abraçado pelos  gritos lancinantes de uma perfuradora que, teimosamente, parecia, também ela, garantir destruir definitivamente a paciência daqueles que suspiravam com os tempos em que, ainda que noutros tempos, os breves bocejos de dois simples ponteiros apenas eram interrompidos por uma sinfonia iniciada por umas quantas goelas e rapidamente dominada pelo acordar de milhentos movimentos sábios. Foram momentos em que seria possível sentir, saborear o renascer da nossa segunda casa. Foram tempos em que voltamos a crescer, enquanto a nossa escola se reerguia. Momentos em que nem sempre compreendemos certas decisões de alguns que, desconhecendo o fervilhar deste universo, teimaram reinterpretar e reinventar as relações da nossa José Régio com os seus actores. Foram também momentos únicos, em que as decisões foram suportadas pelo sadio diálogo com a empresa Parque Escolar, assente em cedências, capazes de proporcionar verdadeiros avanços que compreendessem o quão de especifico é a José Régio. Foram momentos em que reaprendemos a colocar o diálogo muito acima de um qualquer grito selvaticamente expelido de uma rebarbadora…

Estamos no final da terceira fase do projecto e ainda existe muita coisa por fazer… Falta alterar todo o sistema de estores de forma a permitir usufruir completamente das excelentes condições das nossas salas de aula. Falta melhorar as instalações do bar dos alunos, construir um (pequeno) auditório que seja verdadeiramente digno desse nome, alterar a localização da papelaria e torná-la num espaço convidativo, construir um espaço para a Associação de Estudantes, pintar as paredes, alterar os balneários do gimnodesportivo, colocar equipamentos desportivos, limpar o campo de jogos, melhorar os pisos interiores, tornar o palco num local atractivo, capaz de perfumar as vidas dos muitos personagens que hão-de, várias vezes, contar muitas estórias…

Essa será a próxima fase, aquela que iniciar-se-á logo após o término das aulas e que tem sido tema principal das conversas entre a direcção e a empresa responsável pela requalificação. Acreditamos que o inicio do próximo ano lectivo contará definitivamente com uma escola que acolherá os seus actores com um enorme sorriso, cheio de uma cor que torne a distância até ao nosso astro-rei numa mísera demonstração de um qualquer infinitesimal.

Enquanto as obras não terminam, entre um gracejo de uma qualquer máquina, o espreguiçar de uns cabos quase adormecidos numa esteira, suficientemente suspensa nos olhares, e a dança de cores vivas, ora verdes, ora laranjas; a escola José Régio continua a demonstrar a importância que associa às actividades extra curriculares, aquelas que, como alguns afirmam, pertencem à escola paralela e que, indubitavelmente, contribuem para aprofundar conhecimentos, estimular a sede do saber e da pesquisa, complementar aquilo a que podemos designar de aprendizagem tradicional. Com efeito, ao longo deste ano lectivo, paralelamente às investiduras daquelas personagens transformadoras de mundos, foram sendo realizadas várias actividades desenvolvidas pelos clubes, departamentos, órgãos e os projectos da Área Escola. A semana cultural é, sem dúvida, o espaço temporal onde a escola pode reafirmar a importância que delega nestes eventos, para a formação integral dos seus alunos e, também, de toda a comunidade educativa. É o momento da José Régio se abrir à comunidade e evidenciar, sem qualquer equívoco, o papel fundamental que tem na formação de toda a população de Vila do Conde.

É a altura de se unirem os esforços de todos aqueles que, todos os dias, sem olharem a meios, contribuem decididamente para fazer a verdadeira história da nossa Escola Secundária José Régio!

António Almeida, Maio.2010

Editorial

O JR mudou!

E mudou porque quer, cada vez mais, ser o jornal da Escola: dinâmico, divertido, sério, participado…

A nova versão on line parece-nos a única forma de acompanhar uma escola que se modernizou,  um mundo em movimento onde as tecnologias se impõem, permitindo uma dinâmica diferente, num processo de comunicação que não se compadece com processos demorados e passivos. Torna-se absolutamente necessário , imperioso, mesmo, agilizar todo o processo, desde o momento da criação, à escrita dos textos , do clique da fotografia, até à partilha dos nossos pensamentos e das nossas criações com a comunidade.

É inegável que a comunicação se faz , agora, de forma diferente, e ignorar as possibilidades de que dispomos seria quase impossível. A forma como os jovens aderem a todas as novas modalidades de comunicação , e praticam a interactividade que lhes é proporcionada,  através das tecnologias , é uma realidade evidente que já se tornou um hábito e, para alguns, até uma espécie de dependência…

E porque o JR quer criar essa dependência em todos os vivem esta escola, precisa de tirar o máximo partido da forma dinâmica como a comunicação agora se organiza e se divulga. A partilha da ideia, a necessidade da discussão, o hábito do comentário têm que se inserir num processo muito mais dinâmico, de forma a acompanhar o ritmo cada vez mais acelerado das nossas vivências quotidianas.

«Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades» e o JR quer acompanhar a evolução, fazendo-te participar na mudança. Por isso, a tua colaboração é indispensável , nas diversas secções do teu jornal  on line . Queremos que partilhes as actividades desenvolvidas , desde visitas de estudo, trabalhos de Área de Projecto, actividades de clubes , enfim, tudo o que dinamizou e deu intensidade à nossa Escola. Mas também queremos que partilhes connosco as tuas opiniões, os teus momentos criativos, porque um jornal também se faz de notícias ,crónicas ,entrevistas, reportagens, poemas, fotografias, passatempos, concursos …

Mas como não pretendemos ignorar a herança de que já dispomos, porque ela é fundamental para a nossa identidade como escola , terás ainda a oportunidade de revisitar alguns dos melhores momentos do JR que, «a preto e branco» , te darão «notícias do passado» permitindo-te consultar alguns dos artigos de números já publicados, que estabelecem uma ponte necessária com o momento presente.

Contamos contigo. Este jornal é teu!

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