Jornal da Escola Secundária José Régio – Vila do Conde
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Desporto escolar

No passado sábado, 7 de Junho de 2013,  realizou-se a última prova da ADE de Tiro com Arco, nas instalações do Clube de Tiro de S. Pedro de Rates. Presentes as escolas agrupadas na ADE de Tiro dos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, num total de 20 escolas. A nossa escola fez-se representar por 6 alunos inscritos nos seguintes escalões: Iniciados Fem.: (Maria Camardi em 20 inscritas) ; Juvenis Masc.: (Ricardo Santos, em 23 inscritos); Juniores Fem.: (Elvira Camardi, em 18 inscritas) e Juniores Masc.: (Chen Guang Liang; José Marques e Daniel Marafona, em 13 inscritos).

Numa prova marcada por finais a eliminar em confronto direto, em que os primeiros lugares se decidiram por diferenças de um ponto em mais de cem, os nossos alunos tiveram um desempenho brilhante pois, para além do meritório 4º lugar da aluna Maria Camardi, pela primeira vez nestas “andanças”, os restantes dividiram os lugares do pódio da seguinte forma: Ricardo Santos: 1º lugar em Juvenis Masc.; Elvira Camardi: 2º lugar em Juniores Fem; e em Juniores Masc. os alunos Chen Guang Liang (3º), José Marques (2º) e Daniel Marafona (1º) dividiram entre si os 3 primeiros lugares do pódio. De notar ainda que a aluna Elvira Camardi, apesar do 2º lugar conquistado, fez uma prova brilhante perdendo na final para uma aluna da E.S.de Monserrate, Viana do Castelo, que para além de federada se apresentou em prova com material de competição, o que a este nível faz toda a diferença. As provas finais foram um regalo para quem teve a oportunidade de assistir…Poderão ver algumas imagens, aqui na Galeria de imagens. Um voto de louvor para estes alunos do Tiro com Arco que, mais uma vez, contribuíram para dignificar o nome da “José Régio”.

Prof. Manuel Ventura

Encontro de Antigos Diretores

A atual direção da nossa escola promoveu um encontro com os professores que, em diferentes épocas, ocuparam o lugar de Diretores ou, melhor dizendo, Presidentes do Conselho Executivo, pois era essa a designação que então se usava. Além do encontro foi também inaugurada uma galeria de retratos que perpetuará a sua passagem pela escola. Essa galeria encontra-se no átrio do gabinete da atual direção e constitui uma justa homenagem a todos os que ocuparam esse cargo que  foi, com certeza,  pleno de desafios, realizações e, porque não dizê-lo, de muitas preocupações.

Os retratos foram elaborados pelos alunos do 11º AV1, sob a orientação do Professor Francisco Furtado.

Tradição e inovação nas rendas

O uso das formas tradicionais na elaboração das rendas concilia-se, na perfeição , com novos desafios e novas utilizações, para as quais tem contribuido muito a perspetiva masculina. O entusiasmo dos rapazes é visível, sobretudo quando podem realizar os elementos artísticos do seu gosto. O Sandro é um bom exemplo, na execução do seu “leão” de estimação.

 

 

Rendas e Matemática

Os alunos do 7º B desafiaram a sua professora de Matemática, Carla Carneiro, para a iniciação à renda de bilros. Comprovando a ligação entra a aprendizagem das rendas e a Matemática, a professora, ao fim de alguns minutos, já manipulava os bilros com grande à vontade.

Sermão na srª da Guia

«(…)Já que me não querem ouvir os homens, ouçam-me os peixes. Oh maravilhas do Altíssimo! Oh poderes do que criou o mar e a terra! Começam a ferver as ondas, começam a concorrer os peixes, os grandes, os maiores, os pequenos, e postos todos por sua ordem com as cabeças de fora da água, António pregava e eles ouviam. (…)Isto suposto, quero hoje, à imitação de Santo António, voltar-me da terra ao mar, e já que os homens se não aproveitam, pregar aos peixes. O mar está tão perto que bem me ouvirão. Os demais podem deixar o sermão, pois não é para eles. Maria, quer dizer, Domina maris: «Senhora do mar»; e posto que o assunto seja tão desusado, espero que me não falte com a costumada graça. Ave Maria.»

Estes são alguns excertos da introdução do Sermão de St. António aos Peixes do grande pregador do sec. XVII, Padre António Vieira, que foram proferidos pelo ator Marcelo Lafontana, no local ideal para o efeito: a capela da Srª da Guia, ali mesmo junto ao mar, perante uma audiência constituda pelos alunos das turmas  do 11º da professora  Anabela Romano. Tratou-se de uma sessão particularmente bem conseguida pela localização privilegiada da capela que tem tudo a ver com o conteúdo deste sermão e que, sem dúvida, constitui uma peça de oratória digna de ser ouvida nos nossos dias.

 

 

Festival de Coktails

Durante a Semana Cultural, realizou-se um Festival de Coktails, organizado pelo professor Raul Furtado, no âmbito da formação dos alunos do Curso Técnico de Restauração e Bar.

Rendas e cabelos

Em parceria com a turma 9º CB (Tec. Cabeleireiro), o Clube das rendas está a apresentar penteados com renda de bilros o que tem sido bastante apreciado e constitui uma boa sugestão da sua utilização.

Algumas atividades – SEMANA CULTURAL

Caricaturas das personagens de Os Maias – alunos da turma 11º AV2

 

 

 

 

 

 

Alguns dos  trabalhos da turma de Artes do 12º ano

 

 

 

 

SEMANA CULTURAL – 22 a 26 de abril

Pelo quarto ano consecutivo, a Escola Secundária José Régio de Vila do Conde vai realizar, de 22 a 26 de abril, mais uma Semana Cultural que é, sem dúvida, um dos pontos altos da nossa Escola. Durante quatro dias, esta abrir-se-á à participação de toda a comunidade com atividades lúdicas e laboratoriais, exposições, jogos, música, palestras, colóquios, entre outras. Dinamizadas pela Direção, Departamentos, Associação de Pais e Associação de Estudantes, Biblioteca, Clubes, Professores e Alunos, esta é uma forma de dar a conhecer o conjunto de trabalhos realizados e alargar também a escola ao exterior.

A Semana Cultural será uma forma de quebrar rotinas, de sentir o pulsar e fervilhar de uma escola em movimento e de envolver, de forma mais dinâmica, os alunos e toda a comunidade educativa, solidificando as relações interpessoais. É também uma maneira de provar que “A cultura é tudo o que resta depois de se ter esquecido tudo o que se aprendeu” (Lagerlof, Selma).

 A Coordenadora

Lidia Fernandes

A cultura num copo de água.

Começamos desde cedo a olhar para a beleza das pequenas coisas, do mundo que nos rodeia. Damos importância aos objetos mais supérfluos, mas só encontramos a felicidade no abstrato. Hoje, damos mais importância ao “ter” e desprezamos o “ser”. A cultura não é mais a maior qualidade do ser. Contudo, sem ela, nunca seremos totalmente preenchidos. O conteúdo de todas as coisas. Devíamos adquirir a capacidade de vermos o interior das pequenas coisas a que chamamos de insignificantes. Da arte à música. Literatura sentida e definida numa simples folha de papel. Para mim, o maior culpado da ignorância humana é o mesmo homem, que não se deixa ver para além daquilo que os seus olhos se predispõem a mostrar. Compreendo, e aceito, que nem todos temos as mesmas oportunidades de ensino. Mas cultura não se aprende. Cultura entranha-se em nós como um estranho que não queremos deixar partir. Mesmo sendo ele estranho. Se a escola nos educa e nos dá a possibilidade de um futuro largamente promissor, é a cultura que nos define como seres de morfologia independente. Esta entrelaça-se com os valores humanos e dizem aos outros aquilo que representamos para o mundo.

      Se somos influenciados por tudo o que nos rodeia, deixem-nos viciar por esta cultura indomável para vermos a beleza das espécies mais insignificantes. Procuremos a cultura em tudo o que é pequenino. Estou certo de que encontremos cultura num copo de água.

João Paulo Maio, 10º LH3

Flores de Renda de Bilros

Os alunos de rendas de bilros têm contribuído com o seu trabalho na manufactura de pétalas para a formação de flores.  Com a intenção de dinamizar e divulgar este trabalho, podem os professores adquirir para ofertas na escola e a preço simbólico, estes ramos,bastando para isso falar com o Sr. Diretor.

 
 
Alguns dias durante as férias da Páscoa, os alunos continuaram a procurar a escola. O desafio lançado foi a crise e, como tal, coloquei os alunos a fazerem raminhos para oferecer aos padrinhos. Foi interessante ver o empenho e a motivação em virem à escola. 
A professora
Teresa Pimenta

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